A tendência dos cartões de metal

O que dizem os estudos?

De acordo com o estudo ICMA Card Marketing Report, o mercado de 2018 esteve em alta para a procura e venda de cartões.

Numa leitura do relatório salta à vista a escolha dos cartões de PVC como matéria prima eleita para a maioria das utilizações, independentemente da área geográfica.

É do conhecimento geral que o cartão PVC está amplamente implementado no nosso dia a dia. Este cartão possui um custo aceitável e todos os processos produtivos e de personalização estão adaptados a este material. Por estes motivos é difícil a mudança para outras matérias primas que vão, naturalmente, implicar custos mais elevados e adaptação dos equipamentos de personalização.

Contudo, os materiais utilizados nos cartões vão evoluindo de forma a obter a diferenciação procurada pelos clientes. De facto, do ponto de vista de marketing a aposta na mudança dos cartões PVC para metálicos por exemplo, pode ser justificada para produtos, mercados ou segmentos específicos.

Os cartões de metal são todos iguais?

Não, na verdade existem diferentes formas de incorporar o metal nos cartões, identificando-se na generalidade quatro tipos:

Full Metal Card 

São feitos apenas de metal e estão disponíveis em vários metais preciosos como platina, ouro e nos restantes metais como aço inoxidável, nickel, e prata.

Metal Híbrido

A lâmina da frente do cartão é em metal mas o verso é em PVC sendo o core do cartão igualmente em PVC

Lâmina de Metal

Tratam-se de duas lâminas metálicas (uma na frente e outra no verso) em que o core do cartão é em PVC, sendo por isso um cartão menos pesado.

Metal encapsulado

Estes cartões são pré laminados com folhas de PVC, mas muito mais pesados por terem o seu core de metal.

Os cartões de metal funcionam da mesma forma que os cartões de PVC?

Vantagens:

  • Podem ter um funcionamento em tudo similar ao já conhecido cartão plástico;
  • São mais duráveis ​​do que os cartões plásticos, o que não quer dizer que sejam indestrutíveis;
  • Sensação de premium associada ao metal.

Desvantagens:

  • Alguns cartões têm incompatibilidade de operar com contactless, mas existem fabricantes que estão a desenvolver combinações de ligas metálicas que permitem operar o contactless de forma normal;
  • Embora a robustez dos cartões os torne ideais para viagens, eles podem pode ser detectados em detectores de metais, como por exemplo em aeroportos. Embora nos aeroportos seja solicitado que seja removido tudo dos bolsos, se este cartão for esquecido no momento de passar no detector pode fazer com que seja detectado;
  • A sua rigidez poderá ser um problema no que diz respeito aos equipamentos ATM, máquinas automáticas, etc.

Mas também no processo de criação há que ter em consideração as particularidades associadas a este material:

  • O seu processo de personalização, feito a laser gera uma gravação com sulco, o que permite dar ao cartão uma sensação táctil de profundidade.
  •  Os criativos e equipas de design têm de ter particular atenção uma vez que as cores pantone não são as mesmas no metal comparativamente ao uso destas no PVC.

Mas se podem ter limitações e exigem cuidados, porquê apostar em cartões de metal?

A CompoSecure, num estudo de mercado com mais 6.000 consumidores entre os mercados do Brasil, Hong Kong, Japão, Singapura, Estados Unidos e Reino Unido, demonstrou que 59% (a maioria) dos inquiridos no estudo, preferem cartões metálicos ou híbridos aos cartões plásticos. Este número foi sempre acima de 50% em todos os mercados inquiridos, chegando a 82% no Brasil.

O estudo realça o facto do cartão metálico poder ser um importante factor para o cliente final na decisão entre uma ou outra instituição financeira, conjugado com uma elevada fidelização e programas de recompensas.

Conclusão

Para os nossos clientes o cartão metálico pode gerar maior volume de adesões e pode significar maior visibilidade para a sua marca. De facto, o status que advém de um cartão metálico é muito valorizado pelos utilizadores, pelo que estes não devem ser descartados no desenho de portefólio de cartões nos bancos. No entanto, existem opções de cartões metálicos que dão alguma margem para maior eficiência nos processos instalados que devem ser opções a considerar para evitar preocupações de maior ou limitações de funcionalidade.

Na Contisystems estamos, como sempre, empenhados em encontrar o melhor cartão para cada situação. Conte connosco para lhe apresentar as opções disponíveis, vantagens e limitações e fazermos, em conjunto, a configuração do seu cartão.

O que é uma solução de molha na impressão offset?

Ainda que a impressão digital tenha vindo a ganhar terreno, a impressão offset mantém-se como a solução mais adequada para muitas situações de grande volume. O processo de impressão offset, mais artesanal e muitas vezes qualificado como uma arte, resulta do contacto direto entre o papel e a chapa que contém a imagem que se pretende imprimir. É frequente nesta atividade ouvirmos falar da “solução de molha”, mas o que é isto afinal?

A solução de molha

A solução de molha é um líquido que serve para manter limpas, sem tinta, as áreas da chapa que não têm grafismos para impressão.

A composição básica da solução de molha envolve água, um sal tampão que permite manter o pH na faixa de 4.8 a 5.5 e álcool isopropílico na proporção de 6% a 8%. A característica mais importante da solução de molha é a quantidade ou concentração de cada ingrediente presente.

De forma a avaliar se a proporção de cada ingrediente está correta, é feita a medição do valor de pH uma vez que este valor varia proporcionalmente com a concentração de ácidos da solução. No entanto, no caso de soluções tamponadas, o pH mantém-se constante dentro de um amplo intervalo de concentrações. Assim, é necessário recorrer à medição da condutividade que, por outro lado, varia linearmente com a concentração, e que, por isso, é o atributo que melhor expressa a quantidade de ingredientes da solução. A condutividade da solução de molha é avaliada com equipamentos que expressam os valores em µS (micro Siemens).

Tinta e solução de molha

Cada trabalho tem o seu próprio ponto de equilíbrio entre a quantidade de tinta e a quantidade de solução de molha necessários.

Existe um estreito intervalo no qual a tinta e a solução se inter-relacionam de modo estável. A falta de água é facilmente percebida, visto que ocorre entupimento de pontos nas áreas de sombra (seco); entretanto, o excesso de solução não é sempre facilmente percebido a menos que seja exagerado. Um pequeno excesso causa emulsão, atrasa a secagem da tinta, reduz o brilho e a resistência à abrasão do impresso.

Concluindo, não se deve usar mais do que a quantidade absolutamente necessária de tinta para obter a saturação desejada, e a quantidade absolutamente necessária de solução de molhagem para manter limpas as áreas de contra grafismo da chapa. O controlo eficaz destes processos melhora significativamente a qualidade da impressão e o resultado final dos trabalhos.

O nosso Sistema de Gestão da Segurança da Informação está certificado!

25/06/2019 é a data que vai ficar para história como o dia em que obtivemos a certificação do nosso sistema de gestão da segurança da informação.

Este sistema encontra-se implementado de acordo com os requisitos do referencial normativo ISO/IEC 27001:2013 – Information security management systems, e contempla, no seu âmbito, todas as nossas soluções e serviços da plataforma de gestão da comunicação com clientes (Customer Communication Management – CCM):

“Contisystems scope for information security management system, as a strategic outsourcer for customer communication management of document composition, production, personalization, multichannel distribution and digital archiving, in accordance with SoA version 21-06-2019. Exclusions: A14.1.2”

Após um exigente processo de auditoria externo conduzido pelo Organismo de Certificação SGS, obtivémos a certificação que no fundo espelha o reconhecimento públlico do sistema no qual já depositavamos a nossa total confiança.

O sucesso desta auditoria e a nossa satisfação foram enaltecidos pelo facto de não se ter obtido qualquer não conformidade – 0 não conformidades – o que atesta o empenho, profissionalismo e capacidade de entrega da equipa do projeto, algo que foi inclusivamente destacado pela equipa auditora em relatório de auditoria:

  • “ Sistema (…) bastante capaz de reagir a todas as adversidades”
  • “ Equipa jovem e bastante motivada no sistema”

Alcançar a certificação do sistema de gestão da segurança da informação é conquistar um importante marco estratégico, por ser absolutamente essencial ao nosso negócio garantir a Confidencialidade, Integridade, Disponibilidade e Resiliência dos nosso ativos de informação, incluindo os que os clientes nos confiam.

Um sistema de gestão de segurança da informação que cumpre com os requisitos do referencial normativo ISO/IEC 27001:2013 é reconhecidamente um sistema com elevado grau de exigência relativamente à sua obtenção e manutenção, por implicar o cumprimento de um conjunto alargado de processos, políticas, procedimentos e um conjunto de medidas técnicas e organizativas que são o resultado de elevado investimento.

O sistema de gestão da segurança da informação implementado, não se restringe, contudo, às soluções e serviços de CCM , pois inclui diversas políticas e práticas que estão implementadas em todas as nossas áreas de forma transversal permitindo-nos assim assegurar níveis de segurança e confiança absolutamente diferenciadores em todas as nossas divisões de negócio.

O que precisa de saber sobre a Blockchain

Certamente que já ouviu alguém falar nisto, ou já leu esta palavra várias vezes nos últimos tempos. Não será por isso de estranhar que lhe tenha vindo à cabeça, quase que de imediato, a palavra Bitcoin, por associação lógica à Blockchain.

Se pensou nisso, pensou bem, porque uma e outra estão ligadas, embora sejam, naturalmente, duas coisas distintas.

Aquilo que pretendemos com este artigo é mostrar-lhe que, efetivamente, “reduzir” a dimensão da Blockchain à associação natural – e perfeitamente compreensível – às criptomoedas é um erro de análise muito comum.

Quisemos, sobretudo, tentar tornar mais clara a sua perceção sobre alguns pontos que nos parecem essenciais para que possa terminar o artigo e sentir que agora sim, percebeu o que é a tecnologia Blockchain.

O que é afinal a Blockchain?

Primeiro, um pouco de contexto.

Ao que tudo indica, o aparecimento da primeira Blockchain pública está ligado ao aparecimento da Bitcoin, em finais de 2008, início de 2009.

Se bem se lembra, 2008 foi um ano que ficou marcado pelo início de uma crise económica mundial, com origem no mercado norte-americano e na bolha imobiliária de proporções inacreditáveis que conduziu à falência do histórico banco Lehman Brothers, a 15 de Setembro de 2008, provocando uma crise económica que atravessaria o atlântico e atingiria gravemente a Europa. Portugal que o diga.

Em 2010, a crise obrigou mesmo a resgates financeiros a países como a Grécia, Irlanda, Chipre e, claro, Portugal. Por cá, este período ficará para sempre conhecido como o período em que a ‘Troika’ se instalou no nosso país, com todas as consequências que isso trouxe e das quais os portugueses dificilmente se vão esquecer.

Assim, em finais de 2008, nasce então a Bitcoin, numa tentativa de aumentar a confiança nas transações financeiras, puxando as transações para o maior e mais democratizado mercado do planeta: a internet.

Todos sabemos que num ambiente digital os nossos dados podem ser alterados e copiados com muita ‘facilidade’. A Blockchain aparece e apresenta-se como uma tentativa clara de impedir que isso aconteça, na medida em que a base de dados está completamente descentralizada minimizando o risco de comprometimento da informação e funcionando como “distributed ledger”, ou em tradução linear, funcionar como um Livro Razão distribuído e público.  

Imagine então a Blockchain como o seu smartphone e a Bitcoin como uma das muitas aplicações disponíveis no mesmo. O que significa, claro está, que a Bitcoin é somente uma das muitas aplicações possíveis para as Blockchains existentes.

Se traduzirmos à letra – e já vai perceber porque é que neste caso é útil fazer essa tradução – Blockchain é uma cadeia de blocos.

Imagine uma corrente de ferro, longa e comprida, que tem os seus anéis entrelaçados, cada um ligado ao anterior e ao seguinte. É disso que se trata.

O Bloco

Em termos práticos, estamos perante um sistema que cresce e se multiplica exponencialmente à medida que vão sendo adicionados novos blocos.

Cada bloco é constituído pela informação que contém, a “impressão digital” (hash) desse bloco e a “impressão digital” do bloco anterior. A informação que ele contém, depende do tipo de Blockchain que está a ser referida ou analisada.

Uma Blockchain de Bitcoins, por exemplo, armazena a informação relativa a transações financeiras: Pessoa A transferiu dinheiro para a pessoa B e qual o valor que foi transferido.

Por inerência, trata-se de um sistema que permite realizar transações de valor sem a necessidade de existência de um intermediário, como por exemplo, um banco.

Nodes

Temos, portanto, que a Blockchain é uma base de dados distribuída e partilhada entre milhares de computadores, validando verdades em conjunto por forma a verificar todas as transações ocorridas. Esses computadores são conhecidos como Nodes.

Cada um dos nodes, ou seja, cada um dos computadores ligados à Blockchain – tem uma cópia de todos os movimentos e registos efetuados na Blockchain em questão.

Proof-of-work

Podemos olhar para este mecanismo de validação como um dos sistemas de defesa de uma Blockchain. Acrescentar um bloco necessita do consenso e acordo de todos os Nodes da Blockchain.

Esta medida visa garantir a inexistência de tentativas de corromper os blocos e, consequentemente, a Blockchain a que eles estão associados.

Ou seja, se alguém quiser apagar um dos blocos, toda a rede vai perceber que está perante uma “cadeia de blocos” corrompida. É essa democratização que acrescenta valor ao sistema.

Portanto, e de forma muito simples para que não sinta que está a ler mais um texto com dezenas de terminologias complexas e de difícil compreensão, apresentamos uma definição simples e objetiva daquilo que verdadeiramente é a Blockchain.

A definição

Trata-se de uma base dados que não é detida por qualquer organismo ou entidade. que guarda blocos de informação encadeados entre si, e que usa, como medidas de segurança, quer a descentralização em múltiplos computadores em locais diversos, quer a necessidade de consenso entre eles.

DLT vs Blockchain

Importa também que não se confunda Blockchain com DLT (Distributed Ledger Technology).

DLT é, essencialmente, o termo usado para descrever tecnologias que armazenam, distribuem e facilitam o acesso a transações entre utilizadores desta tecnologia, que tanto podem ser públicas como privadas. Este tipo de tecnologia tem como principal objetivo assegurar que não existe nenhum tipo de autoridade a controlar e supervisionar estas mesmas transações.

Ou seja, a Blockchain é um tipo de DLT. Uma espécie de subcategoria.

Pense em automóveis e em viaturas. Um carro é um tipo de viatura dos muitos existentes no planeta.

Uma das diferenças, por exemplo, é que nem todas as DLT utiliizam o método proof-of-work  e nem todas precisam de uma estrutura de informação organizada em blocos.

Por cá, o Banco de Portugal já vai falando sobre este tipo de tecnologia, como de resto se pode ler no Relatório de Sistemas de Pagamento de 2018:

(…) Com o objetivo de promover a adoção de soluções de processamento mais eficientes, alguns operadores de infraestruturas têm desenvolvido provas de conceito suportadas em DLT. Estas provas de conceito têm demonstrado que as principais mais-valias da tecnologia DLT são a resiliência, a transparência e a rapidez de consenso inerentes, apesar de esta tecnologia continuar a ser menos eficiente no processamento de grandes volumes de operações do que as tecnologias tradicionais. Para já, não se prevê que a tecnologia DLT venha a ser adotada em sistemas de pagamento que requeiram o processamento de um número elevado de operações num reduzido período de tempo. “

Veremos como, num futuro que será certamente muito próximo, os bancos vão lidar com esta tipo de tecnologia que visa, entre outras coisas, acabar com os intermediários e com a relevância que estes ainda têm num qualquer processo transacional.

Em suma, todas as Blockchains são DLT’s, mas nem todos os DLT’s são Blockchains.

Conclusão

Uma Blockchain é desenhada para registar e guardar transações digitais e pretende trazer as tão ansiadas e aguardadas transparência, eficiência e segurança ao mundo dos negócios.

A Blockchain é apenas a ponta de um iceberg tremendo e que promete mudar – caso seja aceite o seu uso generalizado – para sempre a face das trocas e transações comerciais no planeta.

Contisystems reconhecida com o IPN Global Award

Sempre em busca de melhoria contínua e inovação a Contisystems integra um conjunto de associações nacionais e internacionais. Esta troca de experiências permite um caminho de aprendizagem e uma evolução que se tem revelado essencial ao cumprimento da sua missão ser o mais rápido e fiável fornecedor end-to-end de produtos e serviços personalizados de comunicação com Clientes.

Jeroen Beckers – General Manager da IPN Global, Duarte Conceição – CEO da Contisystems, Pedro Silvestre – Divisional Managing Director Printing Solutions da Contisystems, Willem Jubels – CEO da Response Network e membro do board da IPN Global (da esquerda para a direita)

Uma destas organizações é a IPN Global, uma aliança que reúne as empresas líderes de impressão, comunicação e artes gráficas a nível. No encontro da IPN Global que teve lugar no passado dia 6 de Maio em Chicago a Contisystems foi reconhecida com um IPN Global Award pela sua jornada para a excelência.

Duarte Conceição, CEO da Contisystems

“É com enorme orgulho que este caminho se torna uma inspiração para aqueles que nos inspiram também na IPN. Este reconhecimento é um justo prémio para todos na Contisystems que diariamente abraçam o espírito da melhoria contínua” Partilhou Duarte Conceição, CEO da Contisystems.

Como pagam os portugueses?

Foi publicado recentemente pelo Banco de Portugal o Relatório dos Sistemas de Pagamentos relativo ao ano de 2018. Este relatório, que espelha a evolução dos meios de pagamento em Portugal, dá-nos uma visão muito atual do que têm vindo a ser os comportamentos de pagamento dos portugueses e quais as tendências que se têm verificado. Analisar o passado recente dá-nos importantes dicas para o futuro, acreditamos que para os nossos clientes também. Aproveitamos para partilhar um breve resumo.

Em 2018, com o crescimento verificado ao nível da atividade económica, os pagamentos de retalho em Portugal mantiveram a sua tendência crescente. Em 2018 foram processadas 2,7 mil milhões de operações de pagamento de retalho no valor de 491,5 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 7,6% em quantidade de operações e de 7,3% em valor transacionado face ao ano de 2017.

Além do pagamento em numerário, que ainda representa a maioria dos pagamentos, os cartões são o meio de pagamento mais utilizado pelos portugueses (87% dos pagamentos não feitos em notas e moedas). Seguem-se os débitos diretos, as transferências a crédito e os cheques.

Portugal está entre os países da União Europeia com maior número de cartões bancários por habitante, no final de 2018 existiam mais de 30 milhões de cartões em Portugal (sendo que, destes, mais de 21 milhões eram de débito).

Com o seu cartão os portugueses fazem principalmente levantamentos e compras. Assistindo-se a uma tendência de migração dos levantamentos (aumento de 1% em número de operações) para os pagamentos com cartão (aumento de 12% em número de operações), existiu um aumento de 8,7% no número de Terminais de Pagamento Automático (TPAs) para 349 mil e uma redução de 2,3% no número de caixas automáticas.

Apesar de 38% dos cartões e 72% dos terminais estarem já disponíveis para pagamentos contactless, apenas 4% das compras presenciais foram efetuadas utilizando esta tecnologia. Do total de compras efetuadas com cartão apenas 4% foram realizadas online.

As transferências a crédito representam mais de metade do montante transacionado em Portugal e foram o instrumento com maior nível de crescimento. Esta tendência de crescimento foi comum a todos os meios de pagamento eletrónicos.

Embora o número de pagamentos por cheque tenha diminuído 12% em 2018, representando uma redução de 6,3% em valor, ainda são feitos, em média, 120 mil pagamentos por cheque por dia. O valor pago em cheques em 2018 totaliza 89,7 mil milhões de euros.

Fica ainda a nota que em 2018 os portugueses passaram a dispor de uma nova solução para fazer os seus pagamentos, as transferências imediatas, concretizadas em segundos, e que já representaram, em média, 7.170 pagamentos por dia desde o seu lançamento em setembro de 2018. Consulte o estudo completo do Banco de Portugal aqui

Somos agora membros da FEPE. Mas… o que é a FEPE?

Para a entregar o melhor aos nossos clientes, em cada uma das nossas linhas de produtos, tem-se revelado essencial o contacto com organizações e parceiros externos com quem possamos partilhar experiências. Este contacto permite-nos ter maior conhecimento dos mercados onde estamos, dos mercados onde queremos avaliar estar e das tendências da nossa indústria.

Neste contexto somos agora membros da FEPE – European Envelope Manufacturers Association, que representa mais de 100 empresas envolvidas direta e indiretamente na produção de envelopes de papel na Europa.

FEPE

O mercado dos envelopes de papel encontra-se num momento de transformação. Assistimos à redução da sua utilização mais convencional, para o envio de documentos transacionais por carta, e a um grande aumento da utilização do envelope como veículo de entrega de encomendas efetuadas online. Esta e outras tendências merecem ser cuidadosamente acompanhadas e discutidas de forma a podermos adequar, da forma mais inovadora e eficiente, o nosso negócio ao que são as necessidades dos nossos clientes.

Realidade Aumentada nas Empresas do setor Bancário

A Realidade Aumentada (RA) promete revolucionar a forma como interagimos com as marcas e serviços. Fique a par de algumas oportunidades da Realidade Aumentada para as empresas, em especial, do setor bancário.

O que é a Realidade Aumentada?

A Realidade Aumentada é uma experiência interativa de um ambiente virtual no mundo real do utilizador, onde os objetos que residem no mundo real são “aumentados” por informações geradas por computador.

Estas “ilusões” são tão reais, que no mundo físico ficam com um aspeto imersivo do ambiente real onde o utilizador pode participar ou executar tarefas como as farias no mundo real.

É desta forma que a realidade aumentada altera a perceção atual de um ambiente ou cenário do mundo real.

A corrida da RA já começou

As grandes empresas estão a impulsionar a tecnologia RA. A Apple, por exemplo, está a trabalhar em formas de integrar a tecnologia RA nos seus próximos produtos.

Também a Google está na corrida da RA, integrando-a na sua famosa app Google Maps.

Revisitando o ano de 2016, nunca a RA foi tão comentada ou mesmo vivida por tantos e de forma tão intensa. Falemos do jogo para plataformas mobile, Pokémon Go. Para os mais desatentos, foi notório o quão rápido se verificou a adesão à RA com a introdução desta tecnologia no jogo Pokémon Go, registando mais de 25 milhões de utilizadores ativos.

O Pokémon Go tornou-se um enorme fenómeno nacional e internacional quase da noite para o dia. Crianças, jovens e até seniores foram alvo de notícias em prime-time pelos blocos de notícias nos canais nacionais e internacionais.

Mais recentemente por exemplo, no evento Mobile World Congress de 2019, a Microsoft apresentou o projeto HoloLens 2. Trata-se da segunda versão dos HoloLens 1, lançado em 2016. A grande diferença é que este novo modelo pode ser integrado com Azure e Dynamics 365. Além desta integração entre plataformas da Microsoft que permitirá alavancar a tecnologia, o Hololens 2 permite uma melhoria de interação com os objetos, uma vez que o utilizador terá uma sensação de toque nos itens holográficos e poderá executar várias operações sobre os mesmos, como sendo redimensionar, mover, girar, entre outras opções.

A crescente valorização da Realidade Aumentada

De acordo com o site SuperData Research da Nielsen Company, em 2020, o mercado de realidade virtual e RA valerá 8 vezes mais do que em 2016. 14,5 biliões de dólares para ser preciso. Este ano, o mercado emergente crescerá para 7,7 bilhões de dólares, impulsionado em grande parte pelo hardware, com o software em crescimento.

Aplicação da Realidade Aumentada nas Empresas

Indústria, fabrico e arquitetura:

A empresas utilizam a RA para visualizar o que irão construir e fabricar, permitindo um protótipo com um alto nível de conhecimento e detalhe do produto desde o início do processo. A RA nestes projetos facilita a tomada de decisão e a correção de erros em fases iniciais do processo. Deste modo a RA provoca grande redução de custo e também de tempo.

Retalho:

A RA terá um alto impacto no futuro do retalho, permitindo que as empresas entendam o comportamento dos consumidores e como compram produtos nas suas diferentes variáveis. Também terá um alto impacto na ativação de venda de produtos, uma vez que os clientes poderão simular o uso dos produtos antes de os adquirirem.

Comércio eletrónico e Marketing Experimental:

Existem consumidores que ainda preferem a experiência real de comprar pessoalmente. Para estes consumidores, existe o desafio para as grandes empresas de vendas online de oferecerem uma experiência de compra mais “real” em cenários de RA.

Manutenção industrial através da ação remota:

A capacidade de integração que oferece a tecnologia de RV/RA permitirá aumentar o volume e a oportunidade da gestão, manipulação, e ação remota no de controle de drones, trabalhos realizados em ambientes de alto risco ou de acesso limitado e manutenção de máquinas.

E no caso do setor Bancário?

É sabido que o sector da banca está a adotar cada vez mais a tecnologia para tornar os seus serviços mais convenientes aos seus clientes. O mobile banking, internet banking, pagamentos mobile, estão entre as várias tecnologias já em uso no sector bancário.

As aplicações da Realidade Aumentada nas empresas do setor bancário são infinitas e promete trazer maior eficiência ao dia-a-dia destas empresas. Por exemplo, o Commonwealth Bank of Australia (CBA) lançou um aplicativo AR home-finder em 2011. Trata-se de um aplicativo para compra e venda de casa, onde o utilizador com recurso ao seu equipamento mobile, pode apontar para a casa para a qual pretende mais informações e com recurso à RA, verifica imediatamente no ecrã do seu telemóvel as informações para compra do imóvel identificado.

Nos mercados emergentes, o Federal Bank of India oferece um calendário de AR que fornece mensagens relevantes quando visualizadas através de um smartphone. O National Bank of Oman está a usar a RA para ajudar os clientes a localizar agências e caixas ATM.

Impacto potencial da RA no Cliente Bancário


Fonte:https://www.infosys.com/industries/financial-services/white-papers/Documents/future-consumer-banking.pdf

A realidade aumentada já não é ficção científica! Como qualquer inovação há vantagens e desafios na implementação e uso da Realidade Aumentada nas empresas no sector da banca. Os bancos necessitam de adaptar os seus recursos tecnológicos, processos de negócio e as suas operações para adaptar e usar o potencial da RA. Mas como sempre todo o esforço será compensado, uma vez que as potencialidades da RA no sector da banca poderão ser infinitas.

Agora imagine…

Como cliente de uma entidade bancária, imagine-se a receber um cartão bancário em sua casa, apontar o seu telemóvel para o cartão e ver as condições gerais, campanhas de fidelização para esse cartão, saldos e movimentos desse cartão, pedir para o banco o contactar, entre muitas mais possibilidades tudo com recurso a RA.

A Realidade Aumentada e a inovação não têm limites!

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Conheça o nosso novo Portal Self-Service

Criamos um novo Portal Self-Service onde poderá gerir todas as suas comunicações, numa unica plataforma, com a maxima agilidade e eficacia.

A divisão de Gestão de Comunicação de Clientes tem como principal objetivo dotar os seus clientes de uma maior agilidade e eficácia na comunicação com os clientes.

Evitar a gestão de múltiplas plataformas para envio de emails, envio de SMS, ou de comunicação com sistemas de suporte, é apenas um dos pontos de simplificação do processo. A utilização de uma ferramenta de fácil integração com a arquitetura de TI existente é outro dos pontos. Na verdade, acreditamos que sempre demos aos nossos clientes uma rapidez de resposta que lhes permitia comunicar com os seus clientes da melhor forma, entregando as comunicações mais adequadas a cada um, utilizando o canal preferencial de contacto de cada um, e com reduzido esforço em termos de recursos e de investimento.

Agora demos mais um passo em frente. Além de tudo isto, disponibilizamos aos nossos clientes o nosso novo Portal Self-Service. Neste portal, o cliente ganha autonomia, sem necessidade de formação técnica, na geração, gestão e edição de conteúdo de campanhas, quer transacionais, quer comerciais. Com este portal cliente ganha controlo, com o acesso a dashboards operacionais e de negócio. E tudo isto num portal onde encontra flexibilidade, porque é facilmente ajustável a qualquer realidade de mercado ou de sistemas de Informação.

Seja dos primeiros a saber tudo sobre o nosso Portal Self-Service, deixe-nos o seu contacto!

Os dados recolhidos incorporarão uma lista de subscritores de novidades relativas ao produto Contisystems Self-service. Poderemos utilizar os dados recolhidos para partilha de informação, convite para eventos ou reuniões única e exclusivamente relacionados com o tema.

Dicas para escolher o envelope certo

Sabia que todas as casas do mundo, até mesmo nas áreas mais remotas, conseguem ser contactadas por correio?

Só na União Europeia, e segundo dados da European Federation of Envelope Manufacturers, 30% das casas não têm acesso à Internet, o que significa que, o correio continua a ser a única forma que estas pessoas têm de receber o que quer que seja em casa.

De acordo com este organismo, os consumidores têm, ao contrário do que muitas vezes se quer fazer crer, uma perceção muito positiva do correio tradicional e que até o preferem ao correio eletrónico, em situações como:

  • Mensagens pessoais (cartões de boas festas, por exemplo);
  • Informação importante e confidencial enviada pelas suas administrações, pelos seus funcionários, pelas suas seguradoras ou pelos seus bancos;
  • Diplomas, certificados ou outros documentos do género;

O papel provém de uma fonte renovável – as árvores.

Por cada árvore que é mandada abaixo, na Europa, para produzir papel, são plantadas outras duas.

O organismo europeu dos produtores de envelopes acrescenta ainda que uma campanha eletrónica de marketing direto produz entre 3,5 e 4,4 vezes mais CO2 do que a mesma campanha pensada e executada tendo o papel impresso como base, sendo necessários pelo menos 3 emails para que o impacto/retorno da campanha seja semelhante ao do correio normal.

Agora que já lhe mostrámos os argumentos que defendem (e bem) a prevalência do papel sobre o correio eletrónico, chegou a hora de lhe falarmos de outra coisa importantíssima: os envelopes.

Pois é. É uma questão que parece irrelevante, mas que é tudo menos isso.

Na hora de decidir o que é que vamos enviar e para onde é que vamos enviar, devemos ter o cuidado de perceber o caminho que esse envelope vai fazer para garantir que é utilizado um envelope adequado, sobretudo se estivemos a falar de envelopes que vão ser utilizados em máquinas de envelopagem automática.

Por isso, há muito mais por trás da produção de envelopes – ou melhor, de envelopes de qualidade – do que se possa pensar.

As máquinas de envelopagem automática

Produzir o melhor dos envelopes significa, igualmente, que tenhamos em atenção que o mesmo passe com distinção no mais difícil e exigente dos testes: máquinas de envelopagem automática que examinam, um por um, tornando-se estas próprias máquinas no consumidor mais exigente que podemos ter pela frente.

Estas máquinas têm padrões de qualidade muitíssimo elevados e que requerem uma prevalência enorme de técnicas de manufatura:

  • O papel tem de ter as fibras na direção certa, bem como uma porosidade, força e rigidez perfeitas;
  • O envelope tem de ter as dobras igualmente perfeitas e extremamente específicas, assim como deve estar devidamente selado;
  • Por fim é preciso que tenha a cola adequada.

Tudo isto prova uma coisa muito importante: fazer (bons) envelopes é muito mais do que simplesmente dobrar papel.

Algumas dicas para o ajudar a escolher o envelope certo

Por último, deixamos-lhe aqui algumas dicas, para ajudar a este difícil e exigente processo de escolher o envelope certo para a sua peça de comunicação.

  1. Envelopagem: saiba qual é o modelo e a marca da máquina que vai processar automaticamente os envelopes.
  2. Tamanho: é fundamental que se escolha o tamanho certo para aquela máquina em particular;
  3. Uniformização: este é um dos aspetos fundamentais de todo o processo. Não pode haver variação de tamanhos ou formas, sob o risco de estarmos a provocar problemas de maior na máquina que vão atrasar a envelopagem;
  4. O papel: tem de ser pensado e especialmente desenhado e concebido para envelopes. O papel dos envelopes é diferente de todos os outros.
  5. A cola: deve ser adequada à função do envelope. Ou seja, se for para envelopagem automática deverá ser uma cola que reaja ao humedecimento com água (usada nas envelopadoras), se for para utilização normal, deverá ser usada cola ativa com fita de proteção (para evitar que os envelopes se colem entre si dentro das caixas e para facilitar o fecho dos envelopes sem necessidade de usar cola normal).
  6. A janela do envelope: que é normalmente de acetato (plástico) – deve garantir transparência suficiente para permitir a leitura automática ou humana do endereço durante o processo de tratamento e distribuição do correio pelos operadores postais.
  7. Armazenamento: Os envelopes devem estar devidamente armazenados e prontos para serem utilizados a qualquer momento. A área onde os mesmos vão ser armazenados deve ser seca e bem ventilada.

Em resumo, estes são alguns dos pontos mais importantes e que não devem ser, de modo algum, descurados, quando estamos a falar de envelopes e de máquinas de envelopagem automáticas, que, como tivemos oportunidade de lhe mostrar, são máquinas extremamente sensíveis e com padrões de exigência elevadíssimos.

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