O arranque da Verónica na Contisystems

A Verónica chegou à Contisystems no final de 2019 e passados poucos meses viu o seu arranque a ser feito de casa. Vamos saber como correu e como se integrou neste cenário. 

Olá Verónica, muito obrigada por teres aceite conversar um pouco connosco. Vou começar por te perguntar a pergunta da praxe… De onde vens?

Nasci na Anadia, perto de Coimbra mas vim para Lisboa muito pequenina com 2 anos e por isso sempre me senti muito Alfacinha. Vivi em Benfica onde fiz a primária e depois mudei-me para Carnaxide onde fiz o liceu e a secundária.

Então e a seguir, mudaste-te outra vez quando foste para a faculdade?

Sim, com 19 anos fui morar sozinha (com uma colega de quarto) e fiz o curso de Ciências da Comunicação (Marketing e Publicidade) enquanto trabalhava ao mesmo tempo.

Ui, isso é puxadote, aposto que foi um grande desafio…

Sim, foi, foi uma vida muito louca, mas não com a loucura habitual dos tempos de faculdade. Faculdade das 8h às 10h, trabalho das 11h-20h e faculdade novamente das 21h às 24h.

Trabalhaste em quê?

Trabalhei na Optimus onde comecei como operadora de call centre e fui depois desafiada a fazer vendas telefónicas para PMEs.

E trabalhaste lá até ao final do curso?

Não, entretanto mudei-me para Carcavelos e quando assim foi fui trabalhar para a GE Money onde comecei no apoio ao cliente de particulares e segui depois para assistente comercial. No final do curso apercebi-me que não iria poder ficar na GE Money e comecei a mandar CVs. Inesperadamente recebi rapidamente 3 propostas e optei pela que me dava maior segurança e estabilidade para o futuro e entrei na Smart como vendedora automóvel e gestora de financiamentos. Foi uma sensação espetacular porque conseguia pagar uma casa só para mim e tive o meu primeiro carro. Foi uma emoção!

E da Smart vieste para a Contisystems…

Sim, mas com alguma história pelo meio… Quando fui mãe optei por deixar de trabalhar por 3 anos e quando regressei passei por uma empresa de gestão de condomínios, fiz voluntariado numa IPSS e passei pela Opel e depois então fui desafiada a integrar novamente a Smart para a abertura de um novo stand. Para ser honesta quase que senti que nunca tinha saído de lá porque mantive muitos contactos, quer com colegas, quer com clientes.

Então e porquê a saída da Smart?

Cheguei a uma altura que me apercebi que tinha de sair do sector automóvel. Gosto muito da área comercial, mas precisava de ir para outro mercado, precisava de crescer profissionalmente e aprender mais.

E como vieste parar à Contisystems?

Eu já conhecia a empresa de nome, passava muitas vezes à porta e sabia o que fazia. Quando vi o anúncio não hesitei, foi o único CV que enviei na altura.

E como foste bem recebida?

Maravilhosamente bem. Quando sais da tua zona de conforto e apostas num mercado e numa estrutura que não conheces, é um risco muito grande. Eu só conhecia a Contisystems de fora, não conhecia cá ninguém, e o que faz a empresa são as pessoas. Mas pela primeira vez em muito tempo sinto que estou numa empresa de pessoas para pessoas. A minha equipa teve imensa paciência para me ajudar e apoiar. Às vezes incomoda-me um bocadinho estar sempre a chatear sempre os outros e fazer perguntas, mas ninguém se chateia com isso e respondem sempre com um sorriso. E na verdade acredito mesmo que a pergunta mais estúpida é aquela que fica por fazer!

Sentes-te então perfeitamente enquadrada na equipa?

O mais possível. Aliás, sempre que falo com um cliente, falo sempre no plural, as tarefas são nossas, os compromissos são nossos e os resultados são nossos, não meus. Estou na casa onde sempre quis estar e onde pretendo estar por muito tempo, a equipa é extraordinária!

E agora com o tele-trabalho, correu tudo bem?

Não foi fácil ver que os negócios e mesmo os contactos ficaram mais parados. Quando senti que as coisas não estavam a progredir como esperava questionei-me muito se a mudança que fiz tinha sido uma boa aposta quer para mim quer para a equipa como um todo. Mas a verdade é que esse período mais parado foi superado, mais uma vez com a ajuda e apoio de todos, e a sensação é excelente. Todos os dias aprendo, todos os dias aparecem novos desafios, é uma aventura.

E extra trabalho, o que fazes para descontrair?

Tenho um vício muito grande que é a minha família, o meu marido e o meu filho e outro vício, menos ativo desde que o meu filho nasceu, é viajar, espero em breve poder voltar. Quando tenho um momento para mim opto por pegar nos meus phones, por uma musiquinha e ir caminhar para a praia.

Verónica, muito obrigada por esta partilha, foi muito bom conhecer-te melhor!