Histórias de sucesso dos nossos colegas

O arranque da Verónica na Contisystems

A Verónica chegou à Contisystems no final de 2019 e passados poucos meses viu o seu arranque a ser feito de casa. Vamos saber como correu e como se integrou neste cenário. 

Olá Verónica, muito obrigada por teres aceite conversar um pouco connosco. Vou começar por te perguntar a pergunta da praxe… De onde vens?

Nasci na Anadia, perto de Coimbra mas vim para Lisboa muito pequenina com 2 anos e por isso sempre me senti muito Alfacinha. Vivi em Benfica onde fiz a primária e depois mudei-me para Carnaxide onde fiz o liceu e a secundária.

Então e a seguir, mudaste-te outra vez quando foste para a faculdade?

Sim, com 19 anos fui morar sozinha (com uma colega de quarto) e fiz o curso de Ciências da Comunicação (Marketing e Publicidade) enquanto trabalhava ao mesmo tempo.

Ui, isso é puxadote, aposto que foi um grande desafio…

Sim, foi, foi uma vida muito louca, mas não com a loucura habitual dos tempos de faculdade. Faculdade das 8h às 10h, trabalho das 11h-20h e faculdade novamente das 21h às 24h.

Trabalhaste em quê?

Trabalhei na Optimus onde comecei como operadora de call centre e fui depois desafiada a fazer vendas telefónicas para PMEs.

E trabalhaste lá até ao final do curso?

Não, entretanto mudei-me para Carcavelos e quando assim foi fui trabalhar para a GE Money onde comecei no apoio ao cliente de particulares e segui depois para assistente comercial. No final do curso apercebi-me que não iria poder ficar na GE Money e comecei a mandar CVs. Inesperadamente recebi rapidamente 3 propostas e optei pela que me dava maior segurança e estabilidade para o futuro e entrei na Smart como vendedora automóvel e gestora de financiamentos. Foi uma sensação espetacular porque conseguia pagar uma casa só para mim e tive o meu primeiro carro. Foi uma emoção!

E da Smart vieste para a Contisystems…

Sim, mas com alguma história pelo meio… Quando fui mãe optei por deixar de trabalhar por 3 anos e quando regressei passei por uma empresa de gestão de condomínios, fiz voluntariado numa IPSS e passei pela Opel e depois então fui desafiada a integrar novamente a Smart para a abertura de um novo stand. Para ser honesta quase que senti que nunca tinha saído de lá porque mantive muitos contactos, quer com colegas, quer com clientes.

Então e porquê a saída da Smart?

Cheguei a uma altura que me apercebi que tinha de sair do sector automóvel. Gosto muito da área comercial, mas precisava de ir para outro mercado, precisava de crescer profissionalmente e aprender mais.

E como vieste parar à Contisystems?

Eu já conhecia a empresa de nome, passava muitas vezes à porta e sabia o que fazia. Quando vi o anúncio não hesitei, foi o único CV que enviei na altura.

E como foste bem recebida?

Maravilhosamente bem. Quando sais da tua zona de conforto e apostas num mercado e numa estrutura que não conheces, é um risco muito grande. Eu só conhecia a Contisystems de fora, não conhecia cá ninguém, e o que faz a empresa são as pessoas. Mas pela primeira vez em muito tempo sinto que estou numa empresa de pessoas para pessoas. A minha equipa teve imensa paciência para me ajudar e apoiar. Às vezes incomoda-me um bocadinho estar sempre a chatear sempre os outros e fazer perguntas, mas ninguém se chateia com isso e respondem sempre com um sorriso. E na verdade acredito mesmo que a pergunta mais estúpida é aquela que fica por fazer!

Sentes-te então perfeitamente enquadrada na equipa?

O mais possível. Aliás, sempre que falo com um cliente, falo sempre no plural, as tarefas são nossas, os compromissos são nossos e os resultados são nossos, não meus. Estou na casa onde sempre quis estar e onde pretendo estar por muito tempo, a equipa é extraordinária!

E agora com o tele-trabalho, correu tudo bem?

Não foi fácil ver que os negócios e mesmo os contactos ficaram mais parados. Quando senti que as coisas não estavam a progredir como esperava questionei-me muito se a mudança que fiz tinha sido uma boa aposta quer para mim quer para a equipa como um todo. Mas a verdade é que esse período mais parado foi superado, mais uma vez com a ajuda e apoio de todos, e a sensação é excelente. Todos os dias aprendo, todos os dias aparecem novos desafios, é uma aventura.

E extra trabalho, o que fazes para descontrair?

Tenho um vício muito grande que é a minha família, o meu marido e o meu filho e outro vício, menos ativo desde que o meu filho nasceu, é viajar, espero em breve poder voltar. Quando tenho um momento para mim opto por pegar nos meus phones, por uma musiquinha e ir caminhar para a praia.

Verónica, muito obrigada por esta partilha, foi muito bom conhecer-te melhor!

À conversa com o Hugo em tempos de teletrabalho

O Hugo é um dos nossos programadores da área de Engenharia de Software, está connosco há 10 anos e decidiu partilhar um pouco o seu percurso até chegar à Contisystems e os desafios do teletrabalho enquanto pai recente.

Olá Hugo, bem-vindo e muito obrigada por teres aceite o desafio de falares um pouco sobre ti.

Queres começar por nos contar de onde vens?

Nasci em Arouca onde morei com os meus pais e com o meu irmão até sair de casa. Fiz o meu percurso escolar em Arouca até ir para o CET (Curso de Especialização Tecnológica) em Oliveira de Azeméis  na Escola Superior Aveiro Norte (ESAN – UA) onde fiz o curso de Desenvolvimento de Software e Administração de Sistemas.

O que te levou a escolher essa área?

-Era, e é, uma área em expansão. Assisti ao crescimento da Internet e sempre tive curiosidade na área. Depois do CET frequentei a licenciatura em Tecnologias de Informação na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA – UA), como trabalhador-estudante, onde tive algumas equivalências e fiz algumas cadeiras.

Onde é que estavas a trabalhar nessa altura?

Na empresa in2b onde fui estagiar por 6 meses. Foi onde conheci o Hugo Santos e a Carla, trabalhámos sempre juntos desde essa altura. Entretanto essa empresa foi comprada pela Netual, uma empresa que já estava num processo de integração com a GFI Portugal e onde me cruzei com Ricardo Costa.

O que faziam nessa empresa?

-Desenvolvemos vários sistemas desde alarmística em hotéis, quiosques multimédia, corporate TV, gestão de docentes, software para gestão de termas….muito variado.

Então e como foram para à Contisystems?

-Na verdade saímos vários elementos da GFI para a Contisystems em 2010 desafiados pelo Duarte para trabalhar num novo projeto. Nesse grupo estava, está claro, o Hugo Santos e a Carla.

Na Contisystems desempenhaste sempre as mesmas funções?

-Sim, na Contisystems sempre fiz parte da equipa de desenvolvimento, embora tenha trabalhado em várias áreas e em várias linguagens de programação. As áreas foram desde plataformas para de gestão de conteúdos de sites, sistemas de localização de crianças, controlo de acessos de festivais, desenvolvimento de sistemas de apoio à fábrica e aos comerciais… muita coisa!

Mais uma vez muita variedade mesmo… onde entra aí o nosso atual sistema de Gestão de Comunicação de Clientes?

-Começou em 2015 quando foi identificada junto de um dos nossos clientes essa necessidade, desde então tem crescido bastante.

E como é trabalhar numa equipa pequena em Aveiro quando o resto da empresa toda está em Lisboa?

-É fácil e funciona muito bem. Houve sempre colaboração parte a parte nunca senti nenhuma dificuldade. É claro que é importante existirem visitas regulares e estar com as pessoas, mas estamos sempre muito unidos, a distância geográfica não dificulta a concretização do trabalho nem a relação. Na verdade até há vantagens porque somos poucos e conseguimos estar muito mais concentrados e focados sem ninguém nos interromper na sala com outros assunto. É muito diferente ser interrompido por um email ou chat ou por uma pessoa presencialmente. Mas neste momento nem não há esta diferença Lisboa/Aveiro, agora estamos todos iguais!

Pois agora, a realidade é diferente, como tem sido para ti estar a trabalhar a partir de casa?

-Tem sido um desafio. A minha mulher é enfermeira, por isso não tem a hipótese de teletrabalho, e temos o Diogo que ainda requer muita atenção pois nem 2 anos tem.

Trabalhar e tomar conta do Diogo deve ser dose…

-É. Devido ao risco a que a minha mulher está exposta tentamos evitar o contacto do Diogo com os avós e tenho tentado trabalhar por turnos como a minha mulher de forma a tratar do Diogo à vez.  É complicado porque é raríssimo termos momentos a 3, e isso faz muita falta. Entretanto já vai ficando alguns dias com os avós mas espero que as creches abram em breve e isso possa mudar, e ele já tem muitas saudades da escola.

E ainda te resta tempo para algum hobby?

Agora é impensável. Gostava muito de conseguir seguir com rotinas de exercício físico mas não estou a conseguir. Em 2013 perdi 30 kg em 8 meses graças a uma maior disciplina de exercício e nutrição, entretanto alguns desses 30kg já voltaram… mas gostava muito de voltar a essa disciplina. Tirando isso sou voluntário no TEDx Aveiro desde a primeira edição (2010), onde sou responsável pela gestão da venda de bilhetes e também ajudando, no dia do evento, com o controlo de acessos.

Se pedissemos a quem te é próximo para te descrever em uma expressão, o que achas que diriam?

Acho que seria o facto de ser um pai cuidadoso e próximo. Eu não ajudo, eu faço parte, acho que são coisas bem diferentes.

São mesmo Hugo! Muito obrigada pelo teu tempo, foi ótimo conhecer-te melhor!

Ao som do Michel

O Michel é nosso colega na área de Envelopagem, está na Contisystems já quase há três anos e tem muito para nos contar.

Conta-nos Michel, de onde vens?

– Tenho raízes Caboverdianas, nasci em França, mas vim para Portugal aos 2 anos por isso não me sinto senão Português!

Então e ouvimos dizer que além da Contisystems tens duas actividades pelas quais és apaixonado, quais são?

– Pois tenho, o Futebol e a Música, são a minha vida quando não estou aqui! Jogo futebol aqui com colegas da Contisystems e no bairro aos fins de semana, gosto de jogar com os miúdos e falar um pouco com eles também, tentar puxá-los para o desporto e para a música, coisas boas! A música é a minha outra paixão, sou beatmaker, Hypeman e MC, faço as minhas batidas e já lancei algumas músicas, rap positivo e educativo, ligado a boas mensagens.

Estás a preparar as tuas músicas mas entretanto já deste uns concertos… conta-nos lá como tudo começou!

– Tudo começou com o Karlon, que já está nisto desde 94. O Karlon sempre foi do mesmo bairro que eu e tentou sempre olhar pelos mais novos. Ele sempre gostou da minha música e fomo-nos aproximando. Há cerca de 4/5 anos comecei a pisar os palcos com ele, o primeiro concerto foi no Largo do Intendente e foi uma emoção. Estavam cerca de 3 mil pessoas e partilhei o palco com artistas que ouvia desde os 11 anos, foi passar o dia inteiro a tirar fotos!!

Mas a coisa evoluiu e os palcos cresceram não foi?

– Pois é, em 2017 estivemos no Nos Alive e em 2018 no Rock in Rio…

Uau… Então e conta lá como foi ?

– No Nos Alive lembro-me que no live check sound não havia ninguém e ficamos muito assustados se ninguém iria assistir ao nosso concerto… Mas quando a música começou a tocar, foi um mar de gente logo para lá. Foi arrepiante, era ver pessoas até ao horizonte, deviam ser umas 5 mil pessoas. Ouvir palmas de 5 mil pessoas dá mesmo para ficar de lágrimas nos olhos. 

Então e no Rock in Rio, super tranquilo?

– Não… há sempre o nervoso miudinho de preparar os concertos, estávamos nervosos mas foi muito bom, estivémos no Placo EDP Rock Street.

E mais recentemente, o que andas a fazer?

– Lancei recentemente o meu primeiro single a solo, chama-se “solitário” e já está disponível no youtube para poderem ouvir.

E planos para promover o single?

– O passo mais importante é com os amigos! Ver, gostar e partilhar é super importante para mim. Vou ter promover no Facebook e no Instagram para investir na promoção do meu trabalho. E em breve vai haver novidades…

Boa, muitos parabéns! Obrigada pelo teu tempo e inspiração Michel e conta com muitos likes do nosso lado!

Dicas para uma entrevista na Contisystems

1. Acompanhe-nos nas redes sociais e veja se se identifica com a nossa cultura e se a Contisystems é um local onde gostaria de trabalhar

2. Caso tenha algum evento da sua vida pessoal que vá impactar a sua performance na entrevista, ligue atempadamente e procure reagendar ou partilhe tal aspeto no início da entrevista

3. Garanta previamente que sabe bem a localização da Contisystems e qual o melhor caminho para chegar na hora agendada

4. Pense sobre o que gostaria de saber sobre a empresa ou a função e coloque questões sobre as quais não tenha obtido resposta no nosso site ou no anúncio

5. Veja quais as competências que valorizamos para a função e pense durante a sua vida profissional em que momentos revelou essas características

6. Tenha bem claros os motivos que o levam a querer trabalhar na Contisystems e partilhe-os durante a entrevista

7. Partilhe o seu percurso profissional de forma sucinta, referindo o que motivou a sua passagem pelas várias empresas

8. Quando lhe pedirmos para falar de alguns aspetos da sua experiência profissional fale na primeira pessoa e não em nome da equipa em que estava inserido

9. Procure responder de forma clara e direta às questões colocadas

10. Mas acima de tudo seja natural, sincero e fiel a si mesmo, e nós faremos o mesmo relativamente à Contisystems. Queremos um match com final feliz para ambas as partes!

O segredo da Helena para sorrir todos os dias

A Helena trabalha connosco há 3 anos e destaca-se pela sua alegria e sorriso contagiantes, fomos tentar saber qual é o segredo para a sua boa disposição.

Olá Helena, muito obrigada pelo tempinho que encontraste para falar connosco! Já sabes que a primeira pergunta é sempre a mesma… de onde vens?

Nasci aqui em São Domingos de Rana, sempre vivi,  estudei e trabalhei por aqui.

Mas não na Contisystems, chegaste aqui há pouco tempo… Onde foi o teu primeiro trabalho?

–  Comecei a trabalhar com 16 anos, precisava de ajudar a minha família. Fui trabalhar para uma empresa de aquarofilia, que fazia importação de peixes e répteis. Eu recebia os peixes e os répteis e tinha de tratar deles até serem encaminhados. Na altura não me fazia confusão, hoje não sei se tocaria numa cobra novamente… Fiquei 5 anos nessa função, depois passei para a contabilidade dentro da mesma empresa.

Contabilidade, isso é muito diferente, gostaste?

– Sim, a contabilidade foi uma coisa que sempre gostei, um bichinho.

Ficaste muito tempo nessa empresa?

– Sim, fiquei 23 anos na contabilidade (28 na empresa). O ambiente era muito familiar, quando entrei éramos só 5 pessoas e foi lá que conheci o meu marido (casei aos 20 anos). Depois a empresa foi crescendo e chegou a ter 40 pessoas.

Então e depois, quiseste mudar?

– Não! Eu quando trabalho numa empresa visto a camisola até ao fim. Vivo com muita alegria e muito empenho a minha contribuição para a empresa. Mas infelizmente a empresa viu-se com algumas dificuldades e fui para o fundo de desemprego. Mas não fiquei parada que eu não sou disso, fui fazendo umas coisinhas sempre: tirei a carta, fiz um part-time de contabilidade, …

E a Contisystems apareceu como?

– Uma vez o meu marido falou com uma pessoa de cá que sugeriu eu mandar o CV para a Contisystems, e chamaram-me. Quando vim para a Contisystems fui trabalhar para a área de acabamentos da fábrica e estive lá mais de 2 anos. Sou muito curiosa e ia espreitando o que os colegas iam fazendo e gostei muito de aprender como algumas coisas são feitas. Agora fui para a área de produção de cartões e é espetacular porque consegui aprender muito mais coisas.

E estás a gostar?

– Sim, estou a gostar muito, É muito diferente do trabalho de fábrica. Na fábrica era o corpo que cansava, aqui é a cabeça. É preciso muita concentração, não há margem para nenhuma falha.

Então agora que já conhecemos um pouco da tua história, conta-nos o teu segredo Helena! Como é possível estares sempre com esse sorriso lindo e contagiante? Nunca acordas mal disposta?

– Hahahaha. Não tenho segredos. Tento viver com alegria cada dia que passa e dedicar-me com muito empenho à minha função. Como disse, visto sempre muito a camisola do local onde trabalho. E depois tenho a minha família…

Ahhh! Já estão aí dois bons segredos! Conta-nos lá mais sobre a tua familia…

– Tenho uma família muito unida, apoiamo-nos muito. Mesmo quando fisicamente não estamos muito tempo juntos. O meu trabalho é por turnos e o meu marido está muito dedicado ao trabalho dele… mas juntos sempre encontrámos força para continuar a sorrir. Depois tenho as minhas filhas e o meu neto… Tenho 2 filhas, uma de 20 e uma de 26. E há 8 meses que já sou a orgulhosa avó do Gustavo!

E no tempo que tens para ti, o que gostas de fazer?

– Não tenho muito tempo para mim, mas adoro ler! Mesmo quando saio do meu turno tarde, não adormeço sem ler um bocadinho, não costumo adormecer antes das 4 da manhã…

Tanta energia e tanta alegria Helena, obrigada por a partilhares connosco todos os dias!

Vamos conhecer a Cláudia, a corredora?

A Cláudia trabalha na Contisystems há 25 anos e é Account Manager na área de Payment Solutions. Ganhou uma paixão nova há pouco tempo, a corrida, ou melhor o trail, que lhe deu uma nova energia. Quisemos ouvi-la para ver se nos contagia e nos põe todos a correr!

  • Ano em que começou a correr – 2018
  • Quantos corre em média por semana –  20 kms
  • Ritmo médio –  6:20 min  /Km
  • Velocidade média  – 10 Km/ h
  • O que a faz não ir correr –  muita chuva e vento

Olá Cláudia, obrigada por nos teres dispensado este tempo para te conhecer melhor.

Para quem não te conhece conta-nos lá, de onde vens?

– Sou do Cartaxo, mas já vivo em Lisboa há muito tempo, desde a altura em que comecei a trabalhar na Contisystems, há 25 anos.

Começaste logo a trabalhar na Contisystems quando terminaste os teus estudos?

– Não! Tive muitas experiências anteriores, principalmente como Delegada de Informação Médica. Mas foi sempre na área comercial que é onde me sinto bem. Quando entrei na Contisystems, entrei também na área comercial onde ainda estou hoje.

Então e o desporto? Sempre foi parte da tua vida?

– Sim, o desporto sempre foi muito importante para garantir o meu equilíbrio. A ginástica acompanhou-me sempre e pelo caminho joguei basquet, onde mesmo baixinha me saia muito bem e joguei ténis, que adorei. Infelizmente tive de deixar o ténis por causa de uma lesão no ombro.

E a corrida? Estava à espera que me falasses da corrida como uma paixão já antiga…

– Não, não é nada antiga. A corrida é uma paixão muito recente, só apareceu no ano passado. Comecei a fazer umas aulas de passadeira, depois comecei a fazer um treino de passadeira e outro de rua por semana e há uns meses fui desafiada por uma amiga para fazer uma prova de trail. Foi amor à primeira vista, já fiz várias provas entretanto e os meus treinos tornaram-se mais intensos. Hoje em dia faço dois dias de ginásio e dois dias de corrida de rua por semana.

O que é que torna o trail Running assim tão apaixonante?

– As provas de estrada são muito monótonas e mais rápidas, o trail  running requer maior concentração e esforço físico, porque nunca sabemos o que vamos encontrar nos km seguintes, são provas por caminhos, trilhas, montanhas, florestas, ribeiros, é também uma prova de orientação que tem um encanto por ter o contacto mais próximo com a natureza. Ao mesmo tempo é uma sensação de superação enorme, especialmente quando se consegue um lugar no pódio como já me aconteceu.

Muitos parabéns!! O que sentes que a corrida fez por ti?

– Noto que sequei bastante e que tenho muito mais massa muscular, mas principalmente, a corrida ajuda-me a descansar a cabeça e a ganhar energia.  Além disso, correr organiza-nos as ideias. É verdade, pensamos em tudo o que nos aflige …. e quando chegamos a casa, todo o stress ficou lá, escorrido no suor que caiu no caminho. É duro, dói os pés, mas é bom, é mesmo muito bom.

E o que dirias a quem pensa nisso mas ainda não teve coragem de começar a correr?

– Não comecem a correr sem fazer uma avaliação física primeiro; Comprem uns bons ténis; Articulem com aulas de ginásio, de musculação; E comecem devagar, aos poucos.

Muito obrigada pelo teu tempo Cláudia, e muitos parabéns pela tua atitude e energia!

Bem-vinda Ana!

A Ana acabou de chegar à Contisystems e é Account Manager na divisão de Gestão de Comunicação de Clientes, por isso fomos conhecer um pouco da sua história.

Olá Ana, antes de mais, muito bem-vinda à Contisystems e obrigada por teres aceite este desafio de ser entrevistada logo nos teus primeiros dias.

A primeira pergunta é sempre a mesma, e o teu sotaque aqui até nos dá uma ajuda … de onde vens?

Eu sou do Porto, nasci na Sé, no coração da cidade, mas logo cedo, com 14 anos vim com a minha família para Lisboa atrás de uma oportunidade de emprego do meu padrasto. Na altura nem pensei nas saudades que ia sentir das minhas amigas de tão entusiasmada que estava de vir para Lisboa, a GRANDE cidade pensava eu.

E como foi a chegada à GRANDE cidade?

Quando vim para Lisboa, fui para o colégio Portugal, na Parede e fui morar para São Domingos de Rana, bem pertinho daqui e depois fiz o secundário no Liceu de Oeiras, na área de artes visuais.

Artes visuais? Mas isso não tem muito a ver com a área comercial?  Há aí uma veia artística escondida?

Sim! Na verdade quando acabei o secundário fui para a ESAD, nas Caldas da Rainha tirar o curso de Artes Plásticas por 3 anos. Aprendi escultura, pintura, fotografia, video, adorei! Quando regressei a Lisboa fui ainda para a Restart tirar o curso de animação de 2D/3D motion graphics. Mas como o curso era só da parte da tarde e tinha as manhãs livres, achei que me fazia bem começar a trabalhar.

E arranjaste um trabalho na área das Artes Gráficas?

Não… na verdade foi nesta fase que tive o primeiro contacto com a área comercial, na TIBA – Transitários, onde trabalhava a minha mãe, mas nunca chegámos a trabalhar diretamente uma com a outra. Comecei por trabalhar em part time até que fui convidada para ficar a full time, o “bichinho” da área comercial ficou, comecei desde logo a adorar o que fazia. Acabei por deixar em stand by os meus planos de fazer o mestrado “em desenhos animados” em Inglaterra.

Então como ficaram as artes?

Hoje em dia não consigo dizer se gosto mais da área comercial ou da pintura… São as duas muito importantes para mim.

E vender os teus quadros, não conjugaria os dois mundos?

Já tentei mas não consigo. Vendi um e custou-me tanto  quando me separei dele que nunca mais o consegui fazer. (risos) Gosto muito de pintar e continuo a fazê-lo mas só para oferecer a quem está mais perto de mim. Prefiro vender outras coisas que não os meus quadros, não penso em fazer da pintura carreira, é só um hobby que me dá muito prazer.

Então e depois vieste logo da TIBA para a Contisystems?

Não, desempenhei a função de comercial em várias empresas na área da Logística. Fui sendo reconhecida pelo meu know how no sector e pela capacidade de desenvolver a minha carteira de clientes. Depois ainda trabalhei, como comercial também, numa empresa fora da área dos transportes. Queria descobrir se a minha paixão eram as vendas ou se este sector em específico. Estive na Mobipium na área de Marketing Digital/subscrição móvel e confirmou-se, a minha paixão é mesmo a área comercial.

O que te apaixona assim tanto na área comercial?

Adoro o contacto com o cliente. Visitá-lo, ouvi-lo e estar disponível para o ajudar, é mesmo disso que eu gosto. A vertente humana é muito importante.

E como encontraste a Contisystems?

Foi a partir de um anúncio no Linkedin, concorri e aqui estou eu.

E como vês o desafio que agora tens de vender produtos físicos e serviços digitais?

Por mais evolução que haja no sentido do desenvolvimento de produtos digitais, o contacto humano nunca vai desaparecer. As pessoas precisam de ser ouvidas, acolhidas e sentir que outras pessoas estão disponíveis para ajudar. Agrada-me muito o desafio de vender soluções multi-canal de comunicação com clientes, só pode correr bem!

E até agora, que tal?

Estou a gostar muito, ainda é a lua de mel, mas o bom ambiente parece-me evidente. Senti-me muito acolhida por todos desde o primeiro dia. Tive um plano de integração muito completo (que ainda nem acabou…). Depois de uma recepção calorosa nos recursos humanos onde conheci a empresa de uma forma geral, passei por um processo de formação intenso relativo a segurança no trabalho. Percebi também a importância da segurança da informação e as preocupações a ter neste tema, com a ajuda da nossa DPO. Visitei a área de produção, o que foi ótimo para perceber de forma próxima como executamos este serviço e que produtos entregamos em concreto em cada uma das áreas. Tive ainda com as áreas de desenvolvimento e de software engineering com quem aprendi sobre os produtos digitais da Contisystems. Visitei muitas áreas e muita gente, mas mais que tudo, fui muito bem recebida pelos colegas da área comercial que me têm dado muito apoio no meu arranque. No início até comentei com a minha mãe que vinha com expectativa zero e que queria mesmo era estar focada no meu trabalho e fazer-me crescer a mim e à empresa, mas na verdade já me sinto muito bem aqui.

Estou a ver que a tua mãe é um ponto de referência muito forte…

Sim, a minha mãe é a minha fonte de inspiração, tem uma energia enorme.

Ok… estou a ver onde foste buscar a tua energia! Muito boa sorte Ana, estamos cá todos para te apoiar no que precisares!

A história da nossa Anabela

A Anabela está há 27 anos na Contisystems, e está numa fase de franco crescimento profissional, por isso fomos ouvir um pouco da sua história.

Então e como vieste parar aqui à empresa?

“… quando cheguei aos 17 anos quis ajudar em casa, não queria sobrecarregar a minha mãe e decidi começar a trabalhar e passar a estudar à noite. A ideia de ser independente fascinava-me.  Foi então que a minha mãe naturalmente me sugeriu a empresa e comecei a dar apoio aos comerciais em Lisboa enquanto estava a estudava Contabilidade. No entanto, havia muita gente na área comercial e um dia chegou o chefe e disse “Vou agarrar nesta menina e vou levá-la para a Abóboda para a contabilidade”!”

Então a passagem da àrea comercial para a contabilidade soube-te bem?

“Muito bem, na contabilidade senti-me sempre muito bem.”

Mas muita coisa tem mudando na contabilidade, o que dizes desta nova equipa?

“Hoje posso dizer que sou melhor profissional, a equipa é fantástica, funciona muito bem. Trabalhamos muito ali, às vezes as pessoas não têm a noção da pressão e da dedicação que pomos no nosso trabalho…”

E agora temos uma novidade… vais voltar a estudar, não é?

“Sim, comecei no ano passado a tirar a licenciatura, já estou no segundo ano, a seguir só falta mais um.”

Sempre foi uma vontade tua?

“Foi um plano adiado, com o casamento, com os filhos… o retomar do tema agora nem sequer foi iniciativa minha, foi um desafio do Jaime que aceitei muito a medo.”

O que dirias a alguém que quer voltar a estudar, mas está sem coragem?

“Eu acho que as pessoas devem sempre apostar em si. Nós achamos que não conseguimos, mas quando nos esforçamos, acabamos por conseguir. E depois é uma enorme satisfação, uma coisa fora de série. E é muito bom saber que não desiludimos quem apostou em nós. Fico muito feliz de não desiludir o Jaime, estou-lhe muito agradecida, a ele e à Contisystems no geral, pelo empurrão e por todo o apoio nesta fase.”