Histórias de sucesso dos nossos colegas

Dicas para uma entrevista na Contisystems

1. Acompanhe-nos nas redes sociais e veja se se identifica com a nossa cultura e se a Contisystems é um local onde gostaria de trabalhar

2. Caso tenha algum evento da sua vida pessoal que vá impactar a sua performance na entrevista, ligue atempadamente e procure reagendar ou partilhe tal aspeto no início da entrevista

3. Garanta previamente que sabe bem a localização da Contisystems e qual o melhor caminho para chegar na hora agendada

4. Pense sobre o que gostaria de saber sobre a empresa ou a função e coloque questões sobre as quais não tenha obtido resposta no nosso site ou no anúncio

5. Veja quais as competências que valorizamos para a função e pense durante a sua vida profissional em que momentos revelou essas características

6. Tenha bem claros os motivos que o levam a querer trabalhar na Contisystems e partilhe-os durante a entrevista

7. Partilhe o seu percurso profissional de forma sucinta, referindo o que motivou a sua passagem pelas várias empresas

8. Quando lhe pedirmos para falar de alguns aspetos da sua experiência profissional fale na primeira pessoa e não em nome da equipa em que estava inserido

9. Procure responder de forma clara e direta às questões colocadas

10. Mas acima de tudo seja natural, sincero e fiel a si mesmo, e nós faremos o mesmo relativamente à Contisystems. Queremos um match com final feliz para ambas as partes!

O segredo da Helena para sorrir todos os dias

A Helena trabalha connosco há 3 anos e destaca-se pela sua alegria e sorriso contagiantes, fomos tentar saber qual é o segredo para a sua boa disposição.

Olá Helena, muito obrigada pelo tempinho que encontraste para falar connosco! Já sabes que a primeira pergunta é sempre a mesma… de onde vens?

Nasci aqui em São Domingos de Rana, sempre vivi,  estudei e trabalhei por aqui.

Mas não na Contisystems, chegaste aqui há pouco tempo… Onde foi o teu primeiro trabalho?

–  Comecei a trabalhar com 16 anos, precisava de ajudar a minha família. Fui trabalhar para uma empresa de aquarofilia, que fazia importação de peixes e répteis. Eu recebia os peixes e os répteis e tinha de tratar deles até serem encaminhados. Na altura não me fazia confusão, hoje não sei se tocaria numa cobra novamente… Fiquei 5 anos nessa função, depois passei para a contabilidade dentro da mesma empresa.

Contabilidade, isso é muito diferente, gostaste?

– Sim, a contabilidade foi uma coisa que sempre gostei, um bichinho.

Ficaste muito tempo nessa empresa?

– Sim, fiquei 23 anos na contabilidade (28 na empresa). O ambiente era muito familiar, quando entrei éramos só 5 pessoas e foi lá que conheci o meu marido (casei aos 20 anos). Depois a empresa foi crescendo e chegou a ter 40 pessoas.

Então e depois, quiseste mudar?

– Não! Eu quando trabalho numa empresa visto a camisola até ao fim. Vivo com muita alegria e muito empenho a minha contribuição para a empresa. Mas infelizmente a empresa viu-se com algumas dificuldades e fui para o fundo de desemprego. Mas não fiquei parada que eu não sou disso, fui fazendo umas coisinhas sempre: tirei a carta, fiz um part-time de contabilidade, …

E a Contisystems apareceu como?

– Uma vez o meu marido falou com uma pessoa de cá que sugeriu eu mandar o CV para a Contisystems, e chamaram-me. Quando vim para a Contisystems fui trabalhar para a área de acabamentos da fábrica e estive lá mais de 2 anos. Sou muito curiosa e ia espreitando o que os colegas iam fazendo e gostei muito de aprender como algumas coisas são feitas. Agora fui para a área de produção de cartões e é espetacular porque consegui aprender muito mais coisas.

E estás a gostar?

– Sim, estou a gostar muito, É muito diferente do trabalho de fábrica. Na fábrica era o corpo que cansava, aqui é a cabeça. É preciso muita concentração, não há margem para nenhuma falha.

Então agora que já conhecemos um pouco da tua história, conta-nos o teu segredo Helena! Como é possível estares sempre com esse sorriso lindo e contagiante? Nunca acordas mal disposta?

– Hahahaha. Não tenho segredos. Tento viver com alegria cada dia que passa e dedicar-me com muito empenho à minha função. Como disse, visto sempre muito a camisola do local onde trabalho. E depois tenho a minha família…

Ahhh! Já estão aí dois bons segredos! Conta-nos lá mais sobre a tua familia…

– Tenho uma família muito unida, apoiamo-nos muito. Mesmo quando fisicamente não estamos muito tempo juntos. O meu trabalho é por turnos e o meu marido está muito dedicado ao trabalho dele… mas juntos sempre encontrámos força para continuar a sorrir. Depois tenho as minhas filhas e o meu neto… Tenho 2 filhas, uma de 20 e uma de 26. E há 8 meses que já sou a orgulhosa avó do Gustavo!

E no tempo que tens para ti, o que gostas de fazer?

– Não tenho muito tempo para mim, mas adoro ler! Mesmo quando saio do meu turno tarde, não adormeço sem ler um bocadinho, não costumo adormecer antes das 4 da manhã…

Tanta energia e tanta alegria Helena, obrigada por a partilhares connosco todos os dias!

Vamos conhecer a Cláudia, a corredora?

A Cláudia trabalha na Contisystems há 25 anos e é Account Manager na área de Payment Solutions. Ganhou uma paixão nova há pouco tempo, a corrida, ou melhor o trail, que lhe deu uma nova energia. Quisemos ouvi-la para ver se nos contagia e nos põe todos a correr!

  • Ano em que começou a correr – 2018
  • Quantos corre em média por semana –  20 kms
  • Ritmo médio –  6:20 min  /Km
  • Velocidade média  – 10 Km/ h
  • O que a faz não ir correr –  muita chuva e vento

Olá Cláudia, obrigada por nos teres dispensado este tempo para te conhecer melhor.

Para quem não te conhece conta-nos lá, de onde vens?

– Sou do Cartaxo, mas já vivo em Lisboa há muito tempo, desde a altura em que comecei a trabalhar na Contisystems, há 25 anos.

Começaste logo a trabalhar na Contisystems quando terminaste os teus estudos?

– Não! Tive muitas experiências anteriores, principalmente como Delegada de Informação Médica. Mas foi sempre na área comercial que é onde me sinto bem. Quando entrei na Contisystems, entrei também na área comercial onde ainda estou hoje.

Então e o desporto? Sempre foi parte da tua vida?

– Sim, o desporto sempre foi muito importante para garantir o meu equilíbrio. A ginástica acompanhou-me sempre e pelo caminho joguei basquet, onde mesmo baixinha me saia muito bem e joguei ténis, que adorei. Infelizmente tive de deixar o ténis por causa de uma lesão no ombro.

E a corrida? Estava à espera que me falasses da corrida como uma paixão já antiga…

– Não, não é nada antiga. A corrida é uma paixão muito recente, só apareceu no ano passado. Comecei a fazer umas aulas de passadeira, depois comecei a fazer um treino de passadeira e outro de rua por semana e há uns meses fui desafiada por uma amiga para fazer uma prova de trail. Foi amor à primeira vista, já fiz várias provas entretanto e os meus treinos tornaram-se mais intensos. Hoje em dia faço dois dias de ginásio e dois dias de corrida de rua por semana.

O que é que torna o trail Running assim tão apaixonante?

– As provas de estrada são muito monótonas e mais rápidas, o trail  running requer maior concentração e esforço físico, porque nunca sabemos o que vamos encontrar nos km seguintes, são provas por caminhos, trilhas, montanhas, florestas, ribeiros, é também uma prova de orientação que tem um encanto por ter o contacto mais próximo com a natureza. Ao mesmo tempo é uma sensação de superação enorme, especialmente quando se consegue um lugar no pódio como já me aconteceu.

Muitos parabéns!! O que sentes que a corrida fez por ti?

– Noto que sequei bastante e que tenho muito mais massa muscular, mas principalmente, a corrida ajuda-me a descansar a cabeça e a ganhar energia.  Além disso, correr organiza-nos as ideias. É verdade, pensamos em tudo o que nos aflige …. e quando chegamos a casa, todo o stress ficou lá, escorrido no suor que caiu no caminho. É duro, dói os pés, mas é bom, é mesmo muito bom.

E o que dirias a quem pensa nisso mas ainda não teve coragem de começar a correr?

– Não comecem a correr sem fazer uma avaliação física primeiro; Comprem uns bons ténis; Articulem com aulas de ginásio, de musculação; E comecem devagar, aos poucos.

Muito obrigada pelo teu tempo Cláudia, e muitos parabéns pela tua atitude e energia!

A história da nossa Anabela

A Anabela está há 27 anos na Contisystems, e está numa fase de franco crescimento profissional, por isso fomos ouvir um pouco da sua história.

Então e como vieste parar aqui à empresa?

“… quando cheguei aos 17 anos quis ajudar em casa, não queria sobrecarregar a minha mãe e decidi começar a trabalhar e passar a estudar à noite. A ideia de ser independente fascinava-me.  Foi então que a minha mãe naturalmente me sugeriu a empresa e comecei a dar apoio aos comerciais em Lisboa enquanto estava a estudava Contabilidade. No entanto, havia muita gente na área comercial e um dia chegou o chefe e disse “Vou agarrar nesta menina e vou levá-la para a Abóboda para a contabilidade”!”

Então a passagem da àrea comercial para a contabilidade soube-te bem?

“Muito bem, na contabilidade senti-me sempre muito bem.”

Mas muita coisa tem mudando na contabilidade, o que dizes desta nova equipa?

“Hoje posso dizer que sou melhor profissional, a equipa é fantástica, funciona muito bem. Trabalhamos muito ali, às vezes as pessoas não têm a noção da pressão e da dedicação que pomos no nosso trabalho…”

E agora temos uma novidade… vais voltar a estudar, não é?

“Sim, comecei no ano passado a tirar a licenciatura, já estou no segundo ano, a seguir só falta mais um.”

Sempre foi uma vontade tua?

“Foi um plano adiado, com o casamento, com os filhos… o retomar do tema agora nem sequer foi iniciativa minha, foi um desafio do Jaime que aceitei muito a medo.”

O que dirias a alguém que quer voltar a estudar, mas está sem coragem?

“Eu acho que as pessoas devem sempre apostar em si. Nós achamos que não conseguimos, mas quando nos esforçamos, acabamos por conseguir. E depois é uma enorme satisfação, uma coisa fora de série. E é muito bom saber que não desiludimos quem apostou em nós. Fico muito feliz de não desiludir o Jaime, estou-lhe muito agradecida, a ele e à Contisystems no geral, pelo empurrão e por todo o apoio nesta fase.”